Uma análise começa nas relações.

A ImoHarmonia desenvolve uma abordagem de inteligência regulatória urbanística para apoiar a pré-análise de projetos. Informação de projeto, normas e evidência, com revisão profissional obrigatória.

O sistema de relações regulatórias.

O ponto de partida é o projeto no seu contexto: localização territorial, uso pretendido e instrumentos aplicáveis. A pré-análise estrutura as relações entre os elementos de desenho e os requisitos normativos.

O modelo separa formalmente a informação do projeto, o fundamento que a comprova e a avaliação técnica. Essa distinção torna visível o que sustenta um resultado e onde começa a responsabilidade humana.

Quadro conceptual de relações
Âmbito da análise

Projeto de arquitetura Contexto normativo territorial

Cruzamento analítico
Fronteira de responsabilidade · O resultado não é a decisãoRevisão e julgamento profissional

A decisão administrativa e a validação do projeto pertencem exclusivamente à revisão humana e à autoridade competente.

Quadro conceptual; sem execução automática de processos nem garantia de aprovação.

Dimensões centrais da análise.

Informação de projetoDimensão 01

Facto urbanístico

Dado considerado sobre o projeto (implantação, cércea, uso, volumetria). Não tem valor probatório autónomo sem proveniência documental.

Conceito de facto
Suporte probatórioDimensão 02

Evidência documental

Peça desenhada, memória descritiva, certidão ou levantamento topográfico que comprova e ancora o facto no processo.

Conceito de evidência
Quadro regulamentarDimensão 03

Requisito normativo

Condição, limitação ou parâmetro fixado na legislação ou instrumento de gestão territorial em vigor no território.

Conceito de requisito
Lógica formalizadaDimensão 04

Regra computável

Representação lógica e determinística de um requisito. Nem todo o requisito admite formalização computável.

Conceito de regra

Fronteira de responsabilidade e revisão humana.

Fronteira de responsabilidade

A análise técnica apoia; a decisão pertence ao profissional.

A proposta é apoiar a revisão profissional. Não substitui o profissional nem a entidade competente, não emite parecer jurídico e não garante a aprovação de um projeto.

O modelo apresentado descreve o sistema conceptual de relações; não estabelece formatos de entrada proprietários nem dispensa parecer dos serviços competentes.